domingo, 31 de janeiro de 2016

D&D 30 Day Challenge - #Dia5

Hoje o assunto do desafio são os elementos mais terríveis e maravilhosos de uma partida de RPG. Eles podem transformar nossos personagens em verdadeiros heróis ou fazê-los cair miseravelmente como patinhos tombados. Sim, eu estou falando deles... OS DADOS DO DESTINO!

#Dia 5 - Conjunto de dados favorito

O D&D usa uma gama de dados bem variada. Antes de começar a jogar, eu não sabia que havia dados tão diferentes! Conhecia apenas o clássico dado de seis faces. Mas existem dados de 4, 8, 10, 12 e até 20 faces. Estes são os queridos d4, d8, d10, d12 (tão solitário) e d20. Eles servem para rolarmos coisas como habilidades, ataques e danos que os personagens utilizarão/causarão. Deixe-me explicar melhor: cada jogador costuma ter uma ficha com as estatísticas de seus personagens. Tudo se baseia em números no D&D. Por exemplo, se seu personagem tem uma espada longa e tem um bônus de ataque de +3, você poderá rolar o dado de vinte faces (que é o que usamos para ataques, geralmente) e somar tal bônus com o número que você tirou no dado. Se você atingir um certo número (a classe de armadura da criatura que você está enfrentando), poderá acertar seu inimigo; se não conseguir atingir o número, terá errado. Basicamente, é assim que funciona a maioria das rolagens de dados no D&D. 

Por isso disse, lá em cima, que os dados são OS DADOS DO DESTINO (<insert dramatic music>). Você pode ir da glória à derrota acachapante em poucos segundos por causa dos seus resultados. Todos os jogadores de D&D e sistemas afins sabem disso. Portanto, não é incomum ver estas pessoas fazendo verdadeiras mandingas para que seus dados "funcionem". Que coisa linda ignorar completamente a aleatoriedade e energizar os dados, prometer beijos, polimentos, deixar todos eles com o resultado máximo virado para cima... eu geralmente peço para os meus dados que tirem críticos (resultados máximos), carinhosamente (CRÍTICO! CRÍTICO! PELO AMOR DE DEUS, DADINHO!). Eu juro que funciona. Confesso que também já os joguei em colegas de mesa pentelhos que me encheram o saco em momentos de falha. Depois que passei pela campanha conscientizadora DADOS NÃO SÃO ARMAS BRANCAS, parei com este vício. 

Cuidado. Eles doem. Principalmente o d20. 
Nós também costumamos desenvolver outros usos para os nossos dados. Usos "peculiares", digamos assim. d20s, d4s e d10s viram peões maravilhosos, que giram alegremente sobre a planilha se você souber rodá-los direito. Além disso, pode-se brincar de empilhá-los de maneiras inusitadas e ver quem consegue formar a torre mais alta. Brincar de "cesta" nos copos é tão óbvio que nem preciso falar, não? 

O que estou querendo dizer é o seguinte: os dados são parte da mesa. São nossas geminhas preciosas do D&D e são importantes para os jogadores e mestres e para o jogo. Portanto, a gente acaba sempre tendo os nossos favoritos, aqueles que "funcionam", que falham menos, que parecem "gostar mais da gente". Como eu sou uma menininha muito menininha que adora rosa e roxo, fui presenteada com dados destas cores ao longo dos anos, e meu conjunto favorito, no momento, é um que um amigo meu trouxe dos EUA e me deu de presente de aniversário: 

Dadinhos lindos, rosas e pretos, em cima de uma planilha da 5 edição ♥

Contudo, eu também amo os dados que meu marido lindo me deu. São todos dados rosas ou roxos:

Para terminar esta postagem, deixo aqui sugestões de presentes para meninas RPGistas, gente, além dos próprios dados em si. Olha só que coisas lindas EU QUERO:

Pingente de d20
Brincos de d4

E ESTAS PRÓXIMAS PRECIOSIDADES EU NEM VOU COMENTAR, PORQUE I CAN'T EVEN... GAAAAAAAAAAAAH




Estas maravilhinhas são todas da artista Dragons and Beasties... cliquem e MORRAM DE FOFURA, porque tem muito mais Dragon Dice Holders ♥.



sábado, 30 de janeiro de 2016

D&D 30 Day Challenge - #Dia4

Hoje o assunto do desafio é muito interessante... e ele traz uma carga emocional muito grande para mim ♥.

#Dia 4 - Ambientação favorita



Uma ambientação é o "mundo" onde a gente joga. Por exemplo, a "ambientação" de O Senhor dos Anéis seria a Terra-Média; a de Harry Potter, Hogwarts e o mundo bruxo, e assim vai. O Dungeons and Dragons tem várias ambientações oficiais: Forgotten Realms (bem fantasia clássica), Greyhawk, (que nasceu como um simples calabouço em cima de um castelo), Eberron (com seus ares meio steampunk), Ravenloft (o cenário "gótico" de D&D), Dark Sun, Al Qadim (DESERTOS!!!)....  enfim, há muitas opções. Mas, na verdade, o meu cenário favorito é o que a gente construiu em conjunto a um dos nossos mestres (meu marido, vulgo Odin - ele fez a maior parte, na verdade, a gente só faz personagem XD), Elgalor. 

Elgalor é um mundo especial para todos os jogadores mais frequentes da mesa. Ele foi nascendo devagarinho, de aventura em aventura, comportando novos lugares e personagens à medida que jogávamos diferente campanhas. A maioria dos grandes NPCs (personagens não-jogadores) do mundo são personagens que nós fizemos e que viraram grandes heróis. Assim, a rainha da floresta de Sírhion é minha barda meio-elfa Astreya, que se casou com o rei de lá (falo mais sobre ela em postagens futuras), Coran Bhael; o mago e conselheiro real da floresta de Sindhar é Aramil, o Sincero, personagem de outro jogador; um dos maiores templos de monges do mundo está nas mãos do Oyama, outro personagem de outro jogador; o maior caçador de dragões do mundo, Zorak, tem um forte e também foi criado por um dos nossos amigos, e assim vai. Em toda aventura, inevitavelmente algum desses personagens acaba marcando presença, fazendo aparições, e isso faz com que a gente relembre os bons tempos, se divirta, comemore... fora a alegria de poder jogar com os filhos deles, por exemplo. 

Por conta de toda esta variedade, o mundo acabou ficando muito rico em detalhes. Com todo mundo contribuindo, vira e mexe surgem coisas novas e histórias são criadas a partir das necessidades dos jogadores. Eu sempre brinco que gostaria de viver na Terra-Média, mas, em verdade, eu gostaria mesmo é de viver em Elgalor. Bom, e não é que eu vivo um pouquinho lá, vez ou outra? 

Arte por André Bacchi
Em tempos longínquos, maridão escreveu parte de uma das aventuras mais épicas que já jogamos em Elgalor, texto que eu publiquei em pequenos capítulos no Cancioneiro. Essa história acabou inspirando um excelente escritor chamado Charles William Krüger, o saudoso Jacó Galtran. Para nossa alegria, o primeiro romance publicado do Charles, Os Verdadeiros Gigantes, é uma história ambientada em Elgalor. Além disso, ele tem outro conto MARAVILHOSO nesse universo, disponível na Amazon: O Escudo dos Inocentes.  Houve até um quadrinho humorístico, Histórias de Taverna, desenhado pelo Ton Marx e escrito pelo Odin. Está disponível gratuitamente AQUI

Capa de "Os Verdadeiros Gigantes"

Bom, mas para quem tiver curiosidade sobre o mundo (este post ficaria enorme se eu detalhasse tudo), basta visitar o blog da ambientação. Vale à pena, eu prometo. 

(E vocês, que ambientações curtem? Ou em que mundos gostaria de jogar?). 

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

D&D 30 Day Challenge - #Dia3

E aqui estamos para mais um dia do 30 Day Challenge de Dungeons and Dragons. Hoje vamos falar sobre... CLASSES!

#Dia 3 - Classe jogável favorita

Essa é fácil. Mas, antes de revelar minha classe favorita, vamos falar um pouco sobre as classes básicas do D&D. "Classes" são caminhos que você pode escolher... algo parecido com as profissões que nós exercemos no mundo sem-graça real. No livro do jogador do D&D temos 12 classes (na 5 edição): o guerreiro (autoexplicativo, certo?), o bárbaro (guerreiro tipo "Conan"), o clérigo (sacerdote de algum deus que cura e afasta mortos-vivos), o paladino (guerreiro "sagrado", honrado, tipo um cavaleiro de ouro de Athena, podendo estar ou não ligado a alguma divindade, força, etc.), o ranger (espécie de batedor, o carinha que rastreia as coisas, o "Aragorn"), o druida (abraçador de árvores alguém com uma ligação forte com a natureza, quase um sacerdote dela), o mago (autoexplicativo de novo), o feiticeiro (alguém que lida com magia de maneira natural, não precisando estudá-la, ao contrário do mago), o bruxo (cara doido que faz pactos e solta magia também), o bardo (gente que canta, empolga os amigos, conhece de tudo um pouco... o menestrel), o ladino (um "ladrão"? Pessoa ágil, que desarma armadilhas, bate carteira, espiona... tem vários arquétipos possíveis) e o monge (guerreiro que luta desarmado, estudante de artes marciais, conhecedor dos elementos, etc.). 

Bem, sendo que eu gosto de música, de histórias, de falar e de interpretar... minha classe favorita é óbvia, não? Ainda assim, vamos aplaudir os maravilhosos BARDOS!

Esta barda meio Esmeralda ♥o♥
Eu nem preciso explicar o nível de "awesome" dos bardos, né? Gente que inspira através de canções, gente que gosta de contar e ouvir histórias... olha, lembro até hoje de ter feito um balor (capeta grandão) dançar com uma magia (aaaah, "dança irresistível de Otto"...) jogando com uma barda. Sim, os bardos soltam magia. Eles são uma classe versátil que faz de tudo um pouco (até curam). Muita gente fugia da classe na terceira edição por ser fraca... realmente, o bardo ficava bem meh em termos estatísticos, mas eu sempre conseguia me divertir com a classe. Porque eu gosto de interpretar, gente, e que classe melhor para isso? Cantar na taverna, saber uma informação obscura sobre aquele rei ambíguo da cidade que a gente tem que invadir, conhecer as lendas sobre a floresta élfica abandonada... ah, não tem preço.

Bardo: pode até não conseguir matar o dragão, mas blefando direitinho consegue convencer todo mundo do contrário.

Bom, mas posso fazer uma menção honrosa para meu segundo lugar? Eu também AMO clérigos. É minha segunda classe favorita, porque eles curam, dão arrego para todo mundo, espantam a escuridão e expulsam os mortos-vivos. E eles usam mantos e símbolos sagrados e tem toda uma coisa mística-religiosa que me atrai muito. O mais legal é que existem várias divindades e cada uma delas vai ter um tipo de clero diferente. Pode haver aqueles mais voltados ao combate, outros mais voltados à cura, outros que queiram caçar criaturas da noite... enfim... dá para fazer muita coisa legal. 

Pois é. Não à toa, quando fui escrever meu primeiro livrinho (de novo...), eu fiz com que duas personagens principais fossem bardas. Além disso, o irmão de uma delas era um clérigo. Fica bem claro que eu curto as classes, né? 

Elora, barda, prazer

Valenia, barda também, prazer
                                                      
Myron, clérigo, prazer de novo.
Por hoje é isso, leitores lendários. E vocês, que classes curtem? 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

D&D 30 Day Challenge - #Dia2

A resposta do dia 2 não foi tão simples, porque foi difícil escolher. Vamos lá...

#Dia 2 - Raça jogável favorita

No D&D, podemos jogar com diversas raças diferentes, e cada uma delas vai apresentar suas peculiaridades. As mais básicas são: humanos, elfos, meio-elfos, anões, halflings (hobbits), gnomos e meio-orcs. Claro, dependendo do mundo de campanha, esta variedade de raças pode ser maior ou menor. O livro do jogador da 5 edição de D&D trouxe também os dragonborn (algo que podemos descrever como homens-dragão) e os tieflings (pessoas com sangue de diabo, mas não inerentemente más; há também a contraparte, os Aasimar, pessoas com sangue celestial. Estes apareceram apenas no livro do mestre). 

As raças básicas que apareciam na edição 3.5 de D&D. Aquenda a pose sexy da meio-orc. 
Eu sempre gostei muito dos elfos... são altivos, sábios, amam a natureza, me passam aquela sensação de serem um povo... calmo (tá, vamos ignorar Feanör e o fratricídio lá no Silmarillion, etc.). Fora que, quando comecei a jogar, eles eram a bola da vez, né? Senhor dos Anéis promoveu os orelhudos. Elves, elves everywhere!


Eu gosto muito, particularmente, dos elfos do mundo de campanha em que costumamos jogar, Elgalor (falo mais sobre isso em outra postagem). Mas, embora eu AME os elfos, minha raça favorita para jogar são... 

OS MEIO-ELFOS! (LINDOOOOOS!!! PAAAALMAS!!)


O que eu mais curto nos meio-elfos (pessoas com sangue humano e élfico) é a ideia de versatilidade que eles me passam, ao mesmo tempo em que também vão ter peculiaridades raciais por conta da herança élfica. O meio-elfo diz "nem 8, nem 80". Podem ser passionais com certas coisas, prudentes e calmos com outras... claro, tudo isso vai depender do que mestre e jogadores convencionam. Por aqui gostamos de caracterizar bem as raças "não-humanas" para diferenciá-las e dar um tempero a mais ao mundo de campanha. As minhas personagens que mais gostei foram meio-elfas; é a raça que consigo interpretar melhor, que mais se encaixa com meu jeito de jogar. Mas também amo jogar com elfos e já fiz muitas humanas. A minha última personagem em Elgalor foi uma humana e foi uma das minhas favoritas. Pretendo, agora, fazer minha segunda halfling (a primeira morreu tragicamente). Vamos ver como me saio... 

Mas é isso aí, meio-elfos comandam. Não à toa, quando fui escrever meu primeiro romance, definindo toda a história do mundo e a mitologia, fiz com que os meio-elfos fossem bem especiais e importantes. Um dos personagens principais é um meio-elfo. É o Laucian. Olha ele aqui: 

Ilustração da Angela Takagui, amiga talentosa e jogadora com especial apreço por bárbaras meio-orc. 

E vocês, que raças preferem? COMPARTILHEM VOSSOS GOSTOS. 

P.S. Deixo aqui registrado meu rancor para com o Tanis de Dragonlance. Ele é responsável por deixar as pessoas com aquela impressão de que meio-elfos são todos cubos gelatinosos que só sabem choramingar e nunca conseguem se decidir por nada. Pô, o cara não sabe nem de quem gosta direito! É, Tanis, eu sei. EU NÃO GOSTO DE VOCÊ. Hunf. 

P.S. 2 Aqui falei em termos interpretativos. Não estou considerando as vantagens e desvantagens estatísticas de cada raça. Isso geralmente não me influencia na escolha de raças e classes.

Elrond, mostrando que meio-elfos são legais. 
Até mais, leitores lendários!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

D&D 30 Day Challenge - #Dia1

E vamos lá para o nosso desafio de trinta dias do D&D! A pergunta do dia 1 não poderia ser mais adequada a um início...

#Dia 1 - Como você começou?



Era dia 31 de outubro de 2001. Estava quente. O sol brilhava e eu...

Não, brincadeira. Não me lembro de tudo nos mínimos detalhes, mas tenho recordações muito fortes do meu primeiro contato com RPG. Na verdade, tudo começou com a minha irmã mais velha. Ela tinha uma amiga no colégio. Esta amiga, contavam as lendas, tinha ido a São Paulo e jogado "o jogo mais legal do mundo". Lembro da minha irmã dizendo estas exatas palavras. Depois ela me descreveu a coisa toda: "é um jogo onde você pode ser um princesa, um mago, um cavaleiro... o que quiser. E você brinca como se estivesse dentro de uma história. Este jogo se chama... RPG". 

Nossas caras. 
Eu devia ter uns doze, treze anos, ou menos. Lembro que fiquei fascinadíssima. Na mesma época, houve uma proliferação de clínicas oferecendo Reeducação Postural Global (RPG). Eu frequentemente roubava folhetos nos consultórios de fisioterapia apenas para me decepcionar grandemente. Minha alma incauta buscava informações sobre o lendário jogo e só encontrava panfletos com imagens de lombares (lembremo-nos de que a internet não era ainda ferramenta tão acessível). Enfim... 

Finalmente, 2001 chegou. O ano em que fui assistir "A Sociedade do Anel" nos cinemas, depois de já ter lido "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit". Nunca mais fui a mesma/normal, é claro. Atazanava todos ao meu redor falando incansavelmente sobre OSDA, como uma boa adolescente deslumbrada. Nunca tinha lido/visto algo que combinasse tanto com meus gostos; meu filme favorito de infância sempre tinha sido "Willow, na terra da magia", e aquilo era como Willow, mas maior, mais épico, mais cheio de batalhas e elfos e florestas mágicas e aaaaaaah.... 

Eu olhando para a Terra-Média
Daí eu tinha um vizinho um ano mais velho do que eu. Ele vinha me chamar no portão para brincarmos com os colegas da rua (de War, de guerra de Lego, de bets... bons tempos!) e se ele falava de "Evangelion", eu ficava falando de "O Senhor dos Anéis". Até que um dia, casualmente, ele disse... "olha, eu jogo um negócio chamado RPG, eu acho que você vai gostar...".

Dentro da minha cabeça, eu gritava "ENCONTREEEEEI, ENCONTREEEI, ENCONTREEEI O JOGO MAIS LEGAL DO MUNDO!". Mas eu mantive a compostura e aceitei o convite, é claro. No outro final de semana lá estava eu, na casa do dito vizinho. Me deparei com cinco marmanjos desconhecidos e eu era a única menina e a jogadora mais nova. Felizmente, foi uma experiência bem legal e positiva (ainda bem! Nem sempre é assim, e provavelmente nunca mais teria jogado se tivesse sido chato. SEJAM LEGAIS COM INICIANTES, JOGADORES!). Ninguém foi cretino (exceto por um rapaz que era meio cretino naturalmente, mas ele se foi do grupo depois), o mestre era super legal, paciente, ensinava tudo com a maior boa vontade não me admira que eu tenha casado com ele. 

Foi uma partida de D&D mesmo, e acho que da primeira partida ninguém se esquece. Fiz uma elfa guerreira chamada Melwen, e ela foi a óbito já naquele dia, tudo porque o rapaz meio cretino convenceu todo mundo a passar pelo covil de um dragão. Éramos todos meio bobinhos e influenciáveis ainda. Enfim. Mesmo assim, foi divertido... e de lá para cá, nunca mais quis parar de jogar. Já se vão quinze anos e agora eu nem confundo mais d8 com d10. Aliás, que diabos eram aqueles dados? Pareciam gemas mágicas MEUS OLHOS BRILHAVAM!

Foi quando eu descobri que havia outros dados além do de seis faces. 


E vocês, como começaram? Deixem suas experiências nos comentários. Dúvidas, estamos aí. Até amanhã com o #Dia2, leitores lendários!

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Dungeons & Dragons 30 Day Challenge


Achei que uma boa forma de começar este blog seria.... COM UM DESAFIO! 

Claro, apresentações seriam uma boa, também. Mas para isso existem as abas ali em cima! O "Sobre a autora" explica quem eu sou e como vim parar aqui. Ali do lado direito tem uma foto minha dando uma breve ideia do que pretendo fazer por aqui (aka. escrever posts enquanto deveria estar preparando aula ou coisa assim). Acho que está bom de apresentações. Tem coisa mais interessante para se fazer, como FALAR DE RPG

(° ͜ʖ ͡°) Você ( ͡o ͜ʖ ͡o) disse ( ͡ʘ ͜ʖ ͡ʘ) RPG???

SIM! Um dos meus hobbies favoritos é jogar RPG (Role-playing game). Para quem não sabe, RPG é um jogo ultra-mega-boga legal em que a gente representa papeis dentro de uma história criada por um "mestre". O mestre não é nada mais do que a pessoa responsável por criar e conduzir a campanha (campanha: uma série de sessões de jogo, a gente chama de "aventuras" por aqui). Não, gente, os mestres não pedem nossa alma e nem fazem sacrifícios com bodes (bem, não de verdade. Não os que eu conheço, pelo menos. Enfim...). Até porque, lembrem-se...




CAHAM. Continuando. 

Dias desses vi o Dungeons & Dragons 30 Day Challenge circulando pelo twitter e achei muito bacana. Sim, eu jogo D&D (um sistema de regras que podemos usar para embalar o jogo, mais focado em fantasia medieval ou capa-e-espada) principalmente, portanto, fiquei seca para brincar de responder o desafio. Lá vai ele:



Pretendo ir traduzindo cada "tema" ao longo das postagens. Mesmo para quem não joga é uma forma interessante de conhecer um pouco mais o hobby e desmistificá-lo a partir dos olhos de uma jogadora, que garante: não tem nada de satânico em rolar uns dados e brincar de ser elfo nos domingos à tarde. O único perigo que corremos jogando é o de sofrer overdose de Coca-Cola. Aqui em casa, inclusive, além da Coca-Cola rola cachorro-quente, bolo de pão de mel, pão de queijo, pão caseiro, etc, etc...

Portanto, a partir de amanhã, começo as postagens do DESAFIO DE 30 DIAS DE DUNGEONS AND DRAGONS! (Num sei se curti a minha tradução. Deve ter uma ordem melhor. Estudo isso depois). Algumas postagens serão maiores, devido à proposta, outras mais curtinhas. Talvez eu acabe atrasando no meio do caminho, mas a intenção é postar trinta dias seguidos. Será que consigo? VEREMOS! CHALLENGE ACCEPTED!

Até amanhã, leitores lendários!